Para Daiana Corrêa Gonçalves, a corrida nunca foi apenas uma atividade física. Ela entrou na vida dela como ponto de conexão, virou rotina de casal e, depois, se transformou em um símbolo do casamento com Jean. A SP City, em especial, passou a ocupar um lugar afetivo nessa história: foi ali que ela completou sua primeira maratona, ao lado do marido, em uma prova pensada para celebrar o primeiro ano de casados.
O começo veio com uma pergunta
Daiana e Jean se conheceram em 2018. Na época, ele já praticava corrida, enquanto ela ainda dava os primeiros passos no esporte, correndo distâncias mais curtas. Logo no início, veio uma pergunta simples, mas que mudaria a trajetória dos dois: se ela gostava de correr.
Ela gostava, mas ainda corria poucos quilômetros. Jean, então, encontrou uma forma de transformar esse interesse em experiência. Sabendo que Daiana amava flores, levou-a para sua primeira prova: a Corrida das Flores, em Holambra. “Foi linda a corrida e, desde então, não paramos mais de ir nas provas e de cada vez mais aumentar distâncias”, conta.
A partir dali, a corrida começou a ganhar espaço na rotina dos dois. Jean, sempre focado e atraído por desafios maiores, logo fez suas primeiras maratonas. Daiana, muitas vezes, estava do lado de fora, na grade, torcendo e apoiando. Aos poucos, assistir àquelas conquistas despertou nela a vontade de também viver algo parecido.
A corrida como identidade do casal
A relação dos dois cresceu junto com a corrida. Ela esteve presente no namoro, no noivado e também no casamento. Para Daiana, o esporte se tornou uma forma de convivência, parceria e tempo de qualidade. “A corrida sempre foi uma identidade nossa como casal”, resume.
No dia 22 de junho de 2024, quando eles se casaram, a corrida apareceu até na declaração de casamento. Não era apenas um hobby em comum, mas uma linguagem própria entre os dois. Um jeito de compartilhar esforço, cuidado, planos e celebrações.
No fim daquele mesmo ano, Jean fez um novo convite: comemorar o primeiro ano de casados com uma maratona. A ideia era ambiciosa, mas tinha o mesmo espírito que marcou a trajetória do casal desde o começo. “É possível. Vamos juntos nessa?”, dizia ele, segundo Daiana.
A primeira maratona na SP City

A preparação, porém, não foi simples. Um mês antes da maratona, Daiana ficou doente e começou a duvidar se conseguiria completar os 42 km. Jean analisou o cenário, organizou a estratégia e estruturou toda a prova para que ela pudesse chegar ao fim.
Mesmo tendo um ritmo mais forte, ele decidiu acompanhá-la durante todo o percurso. Correu ao lado dela, pegou água, aplaudiu, incentivou e repetiu que estava orgulhoso. A SP City virou, então, mais do que a primeira maratona de Daiana. Virou a prova da parceria construída ao longo dos anos.
“Terminei meus 42 km sem acreditar”, afirma. Ela sabia que muita gente dizia que a maratona era difícil, mas encontrou na SP City uma prova animada, com boa estrutura e energia suficiente para transformar o medo em celebração. “Eu só pensei em me divertir o tempo todo e curtir esse momento com quem eu amo.”
Um primeiro amor na corrida

Depois da chegada, a SP City ficou marcada como uma espécie de estreia afetiva na maratona. Daiana passou a enxergar a prova como um lugar de alegria, gratidão e pertencimento. “A SP City é o meu primeiro amor da corrida”, diz.
A história também transbordou para os amigos. Em 2026, Daiana e Jean planejam voltar à prova, agora rodeados de casais amigos, para viver novamente aquela energia que ela define como única.
Mais do que completar 42 km, Daiana encontrou na SP City uma forma de celebrar o casamento, a vida e a parceria com Jean. “Eu encontrei energia boa, alegria, agradecimento por estar viva e, acima de tudo, por ter sempre alguém para me apoiar na vida como meu marido.”

















