Lesão no tendão tira Sifan Hassan da Maratona de Londres 2026

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A Maratona de Londres 2026 terá uma ausência de peso no pelotão feminino de elite. A campeã olímpica da maratona Sifan Hassan confirmou que não disputará a prova marcada para 26 de abril após enfrentar um problema persistente no tendão de Aquiles durante o período de preparação.

A lesão teve início há cerca de seis semanas, em um treino na esteira. A expectativa era de recuperação a tempo, mas, conforme os treinos específicos ganharam intensidade, ficou claro que o quadro não evoluía como o necessário para competir no nível mais alto.

Decisão prioriza recuperação completa

A escolha de não largar em Londres foi tomada para evitar agravamento e preservar a temporada. Em provas de alto rendimento, insistir com dor no tendão de Aquiles pode transformar um incômodo administrável em uma lesão mais longa e complexa.

O foco agora é recuperação total antes do retorno às competições. Em maratonistas, a região é submetida a milhares de impactos por sessão, e qualquer fragilidade pode comprometer a mecânica e aumentar o risco de compensações.

Histórico recente reforça peso da ausência

A atleta venceu Londres em 2023 e rapidamente se consolidou entre os principais nomes da maratona mundial. Além do título na capital britânica, soma vitórias em grandes provas internacionais e um recorde olímpico que a colocou definitivamente na história da modalidade.

Sua ausência altera o cenário competitivo da edição 2026, tradicionalmente uma das mais fortes do calendário. Com a saída de uma das favoritas, a disputa pelo pódio ganha novo desenho e abre espaço para outras candidatas ao título.

Impacto no calendário e visão de longo prazo

Lesões no tendão de Aquiles exigem cautela, especialmente em fases de carga elevada. O excesso de intensidade e volume pode prolongar o problema e comprometer objetivos maiores ao longo do ano.

Ao optar pela recuperação adequada, a campeã sinaliza estratégia de longo prazo. A prioridade é preservar a carreira e voltar às majors e grandes campeonatos em plena condição física, mesmo que isso signifique abrir mão de uma das provas mais tradicionais do circuito mundial.

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