São Silvestre 100 anos tem duelos intensos e vitórias da elite africana

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A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, realizada nesta terça-feira (31), entrou para a história como uma das maiores e mais simbólicas da prova. Cerca de 55 mil corredores tomaram as ruas de São Paulo para celebrar o centenário da corrida mais tradicional do Brasil, em um evento que misturou alto nível técnico, emoção até os metros finais e o clima popular que marca a São Silvestre desde 1925.

O percurso de 15 km manteve seus pontos clássicos e decisivos. A subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio voltou a separar os mais fortes, enquanto a chegada na Avenida Paulista foi, mais uma vez, palco das definições. Na elite, as provas feminina e masculina tiveram desenhos distintos, mas ambas foram marcadas por ritmo forte e decisões construídas com leitura precisa do percurso.

Prova feminina tem domínio de Sisilia Panga e pódio com brasileira

Na disputa feminina, a tanzaniana Sisilia Panga mostrou controle absoluto desde os primeiros quilômetros. Correndo de forma agressiva, ela abriu vantagem ainda na primeira metade da prova e manteve o ritmo mesmo nos trechos mais exigentes do percurso, sem ser ameaçada pelas adversárias diretas.

Panga cruzou a linha de chegada em 51min09s, confirmando a vitória com folga. A segunda colocação ficou com a queniana Cynthia Chemweno, que completou a prova em 52min30s. A brasileira Nubia de Oliveira foi o grande destaque nacional, garantindo o terceiro lugar com 52min42s, repetindo o pódio alcançado na edição anterior e consolidando sua regularidade na principal corrida do país.

Prova masculina é decidida no fim com ataque etíope na Paulista

Entre os homens, a corrida foi marcada por ritmo intenso desde a largada. Um atleta queniano chegou a se isolar nos quilômetros iniciais, forçando o pelotão e impondo desgaste precoce aos adversários. A estratégia, porém, cobrou seu preço na parte final da prova.

Na subida da Brigadeiro, o grupo perseguidor encostou de vez, levando a decisão para os metros finais. Já na Avenida Paulista, o etíope Muse Gizachew encontrou forças para atacar e ultrapassar Jonathan Kipkoech, garantindo a vitória em 44min28s, apenas quatro segundos à frente do queniano. O brasileiro Fábio de Jesus Correia completou o pódio com 45min06s, em atuação sólida e inteligente.

Pódio feminino – São Silvestre 2025

  1. Sisilia Panga (Tanzânia) – 51min09s
  2. Cynthia Chemweno (Quênia) – 52min30s
  3. Nubia de Oliveira (Brasil) – 52min42s

Pódio masculino – São Silvestre 2025

  1. Muse Gizachew (Etiópia) – 44min28s
  2. Jonathan Kipkoech (Quênia) – 44min32s
  3. Fábio de Jesus Correia (Brasil) – 45min06s
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