Para Fabiana Sagrillo, a corrida começou como resposta a um período difícil e virou um jeito de marcar o tempo com outro significado. Ela começou a correr em 2015, depois de “um ano bem difícil com doenças, e falecimentos”, e encontrou no esporte uma forma de se manter de pé.
“Vi na corrida uma força de me fortalecer mentalmente… E comecei”. Nesse início, ela também lembra como o ambiente digital ajudou a empurrar a decisão. “Sem dúvida as minhas influências digitais foram fortes”, diz, citando o desejo de viver outras edições da prova à época, como a Rio City Half Marathon.
A meia maratona entra na rotina
Um ano depois, em 2016, veio a virada para as distâncias maiores. “Começaram as meias maratonas na minha vida.” A partir daí, uma prova ganhou status especial no calendário: a SP City. O motivo, para ela, é direto e pessoal. “A City para mim é especial por ser meu aniversário… então comemoro o dom da Vida correndo e agradecendo por cada ano.”
SP City: constância, lesões e comemoração
Fabiana lista a SP City como tradição, passando por diferentes fases e dificuldades. Em 2019, lembra que foi “bem desafiadora”, em meio a um mês inteiro de trabalho sem folga e “um ano de lesão”. “Em 2021, ela ganhou de aniversário a inscrição, e a corrida veio no ano seguinte, já nos 42.2 km.
Em 2022, viveu um marco pessoal. “Maratonista simmm na City… comemorando minha Vida”. Sobre os 42 km, ela resume a própria leitura de prova. “A City é desafiadora para Maratona, mais dividi a prova em duas partes na minha cabeça”.
Nos anos seguintes, a regra foi não abrir mão da data. “2023… entorse no pé 15 dias antes, mas estava lá.” Em 2025, veio “vindo de fratura… do dedo do pé, treinado em ovos… mas estava lá”, celebrando “meu 50 anos, graças a Deus”.
Em 2026, ela volta para a meia, com um desejo simples e objetivo: “quero ir muito bem… 51 anos… correndo”!

















