Um episódio fora do comum marcou a edição de 2026 da Standard Chartered Hong Kong Marathon e rapidamente virou assunto nas redes sociais. Um corredor foi desclassificado após ser visto correndo parte do percurso com um bebê preso ao corpo, em um canguru frontal, atitude considerada irregular e perigosa pela organização da prova.
Vídeo viral expõe situação inusitada no percurso
As imagens que circularam online mostram o atleta entre os quilômetros 10 e 15 da maratona, mantendo ritmo constante enquanto carregava a criança junto ao peito. De acordo com o sistema oficial de acompanhamento da prova, ele largou por volta das 6h25 e seguia em ritmo aproximado de nove minutos por quilômetro até ser abordado por fiscais e retirado do trajeto.
O bebê, inclusive, aparecia usando uma pequena jaqueta com numeração, o que aumentou ainda mais a repercussão do caso nas redes sociais e entre outros participantes da prova.
Regulamento proíbe participação com crianças
A organização explicou que a desclassificação seguiu estritamente o regulamento da maratona, que proíbe corredores de competirem acompanhados por crianças, menores de 16 anos ou qualquer pessoa sem número de peito oficial. A regra existe para preservar a segurança do atleta, do público e, principalmente, de terceiros envolvidos de forma indevida na competição.
Reação do público e punição adicional
O episódio gerou críticas imediatas. Muitos usuários apontaram o risco de quedas, impactos repetitivos e até possíveis lesões para o bebê em um ambiente com milhares de corredores. Também surgiram questionamentos sobre como o atleta conseguiu passar por pontos de controle sem ser barrado antes.
Em comunicado, a Hong Kong Association of Athletics Affiliates informou que, além da desclassificação, o corredor foi banido de futuras provas organizadas pela federação. O caso reacende o debate sobre responsabilidade e respeito às regras em eventos oficiais de corrida de rua.











