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Os 7 princípios de treinamento

Conheça os pilares fundamentais para o planejamento adequado de um bom programa de treino

Por: Olavo Guerra - São Paulo - 23/02/2016
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Foto: Thinkstock.

As planilhas de treinamentos são muito comuns e bastante eficientes para ajudar um atleta a atingir seu objetivo – seja ele qual for. Porém, qual é o critério que os treinadores seguem para preparar aquela rotina de exercícios? Os princípios de treinamento são a resposta.

“Eles funcionam como pilares fundamentais para se planejar corretamente um programa de treinamento”, afirma o diretor técnico da Cogtri Sports, Camilo Geraldi. Ele explica quais são e como funciona cada um deles:

Individualidade biológica
“Cada indivíduo possui características genéticas particulares, o que faz com que um corredor tenha mais aptidão para provas longas, outro para corridas mais curtas, por exemplo”, comenta o treinador. Vascularização, proporção dos tipos de fibras musculares (lentas, rápidas ou intermediárias), entre outras peculiaridades variam entre as pessoas. “O bom treinador, sem a necessidade de métodos muito tecnológicos, consegue identificar a aptidão de cada atleta e direcionar os treinos de maneira mais específica ou se aproveita dessa aptidão para planejar o treinamento na mesma direção”, diz Geraldi. “O ponto fraco do atleta, assim, também pode ser trabalhado.”

Adaptação
Esse é mais que um princípio de treino, já que vale para a vida. O ser humano é capaz de se adaptar a diversas situações. Nos treinamentos, isso vale, por exemplo, quando um sedentário começa a praticar esportes e, nos primeiros dias, sente dores. Porém, depois de acostumado àqueles estímulos, deixa de sofrer com esses incômodos.

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Especificidade
Os objetivos de cada atleta são diferentes. Logo, seus treinos precisam ser focados em trabalhar o corredor para que essa meta seja alcançada. “Existem muitas semelhanças em alguns treinos com objetivos diferentes, porém o enfoque faz diferença. Se o atleta está treinando para uma prova longa, precisa dos tiros, mas os treinos longos são os mais importantes”, explica.

Sobrecarga
De acordo com Geraldi, para aprimorar as capacidades é necessário mostrar ao organismo que existem estímulos além daqueles que, atualmente, está habituado. “Ou seja, quando queremos melhorar o rendimento, devemos experimentar velocidades ou distâncias maiores que as de costume para que o nosso corpo se adapte e adquira mais condicionamento.”

Manutenção
Para a manutenção do condicionamento, segundo o treinador, o corpo não necessita repetir sempre o mesmo nível de esforço. “Treinos com intensidades menores auxiliam na manutenção do condicionamento já adquirido”, comenta. “Treinar leve proporciona recuperação, que também é fundamental para o bom preparo físico”, ressalta.

Variabilidade
Também conhecido como “Princípio da Generalidade”, tem como conceito o trabalho de vários estímulos para o corpo. Com esse desenvolvimento global, a pessoa melhora em todos os aspectos. Além disso, a rotina de exercícios não fica estagnada.

Continuidade e reversibilidade
“É uma chave importante para a evolução e a continuidade nos treinamentos”, garante o Geraldi. “Além da sobrecarga e da manutenção, o corpo precisa receber estímulos constantes para gerar adaptações.” Ou seja, pausas frequentes interrompem muitos processos fisiológicos de adaptação às novas exigências físicas e podem provocar uma reversão ao condicionamento antigo.

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