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Sentir-se em casa com a corrida

Não importa onde você mora, o esporte sempre lhe ajudará a ter uma rotina familiar

Por: Fernando Di Sciascio - São Paulo - 12/09/2014
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Foto: Thinkstock.

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“Meu nome é Mallory Ferland, tenho 25 anos, sou fotógrafa, professora de inglês e me mudei para o Brasil em 2010. Sou de Seattle (EUA), uma região fria, úmida e com neve, e meu maior desafio em correr em clima tropical é o calor.

Não sou uma corredora com grandes marcas, não tenho muitas medalhas, nunca quebrei um recorde ou conquistei um pódio. Eu apenas sou uma corredora como tantas outras, que pratica o esporte porque ama.

Corro há seis anos, e comecei quando entrei na faculdade. Antes de correr, dancei balé por oito anos, joguei vôlei por cinco e esquiei por toda a minha vida. Mas nenhum esporte se compara ao que sinto quando corro: nos treinos me encontro comigo mesma.

Minha estreia em meias-maratonas foi em novembro de 2008, em Seattle, e fiz os 21 km em 1h48min. Comecei a treinar para meus primeiros 42 km em 2009 e uma tendinite no quadril me fez desistir da prova um mês antes. Tive de fazer quatro meses de fisioterapia, e meus médicos americanos me indicaram correr descalça, na grama e na esteira, para reacostumar meu corpo.

Como corredora aprendi que não há tênis perfeitos e, sim, um equilíbrio entre diferentes modelos, dependendo da necessidade. Tive quatro treinadores nos últimos três anos e nenhum deles jamais deu o mesmo conselho.

Descobri que o que vale é você conhecer seu próprio corpo e respeitá-lo.

Algo que realmente sinto falta em relação à corrida em Seattle é a sensação de ‘pulmão flutuante’ quando corro em temperaturas negativas. Seu corpo fica dormente, exceto os pulmões, que parecem se mover no ar, por si mesmos.

Por outro lado, o calor ajuda os músculos e as articulações a aquecer mais rápido, e isso é muito bom.

Se não fosse a corrida e o Parque Ecológico de Indaiatuba (interior de São Paulo), onde vivo, a adaptação à vida no Brasil teria sido muito mais difícil. A corrida é algo estável e familiar que levo comigo; inspirei meu marido a começar a praticar e atualmente ele adotou esse estilo de vida. É um sentimento muito bom saber que você teve um impacto tão positivo na vida de alguém.”

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