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Antes de correr, vá ao médico

Entenda a importância de realizar uma avaliação prévia – e descubra a quais exames você terá que se submeter para calçar os tênis com segurança

Por: Mariana Gianjoppe - São Paulo - 06/02/2014
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Foto: Thinkstock.

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A corrida proporciona muitos benefícios a seus praticantes, tanto físicos quanto psicológicos – desde a melhora do condicionamento cardiorrespiratório até o controle do colesterol, da glicemia e da pressão arterial, passando pela redução de peso, do estresse, aumento da disposição e da autoestima. Ufa! Motivos para treinar não faltam. No entanto, o efeito pode ser contrário se o iniciante não se atentar a um detalhe importante: o atestado médico.

Para aproveitar todas as vantagens da atividade física sem riscos, é essencial que, antes de calçar o tênis e sair correndo, o iniciante passe pela avaliação de um profissional. “A avaliação prévia é necessária para identificar possíveis alterações e patologias silenciosas que não chegaram a um estágio capaz de manifestar sintomas no dia a dia”, explica o médico do esporte Dr. Jomar Souza, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE). “Se negligenciada, os riscos vão desde o desenvolvimento de dores articulares até a morte súbita por um infarto ou uma arritmia cardíaca”, alerta.

Bateria de testes
Após um exame clínico inicial, alguns testes costumam ser padrão, como eletrocardiograma, hemograma, colesterol, glicemia e urina. A partir dos primeiros resultados, exames complementares podem ser solicitados. “Mas isso depende de idade, sexo, estado de saúde, histórico de doenças e objetivos na corrida”, afirma o especialista. “Nos homens acima de 35 anos, por exemplo, é normal que se realize um eletrocardiograma de esforço, também conhecido como teste ergométrico, que avalia a função cardiovascular durante o exercício.”

E o teste ergométrico ainda tem outro papel importante: além de prevenir futuras complicações, identifica as faixas de frequência cardíaca nas quais o corredor deve basear os seus treinos. Ou seja: ajuda a definir a intensidade ideal de atividade para cada praticante e a traçar suas metas no esporte.

Vale a pena também realizar uma análise musculoesquelética e postural, que pode ser feita pelo próprio médico do esporte ou por um ortopedista. Assim, o corredor se certifica de que não apresenta alguma disfunção ou limitação nos ossos, articulações, tendões e músculos.

Periodicidade
Porém, de nada adianta fazer um check-up completo no início e nunca mais voltar ao consultório. “Se a pessoa é considerada saudável e liberada para correr, o retorno anual é suficiente. Em outros casos, como arritmias e problemas articulares controlados, podem ser necessárias avaliações mais frequentes, como a cada seis meses”, conclui Dr. Jomar.

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