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Gorduras do bem

Além de importantes para o bom funcionamento do organismo, elas se mostram essenciais para garantir treinos de qualidade e longa duração

Por: Taissa Esteves - São Paulo - 11/08/2014
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Foto: Thinkstock.

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Vistas como verdadeiras vilãs da boa alimentação, as gorduras representam o primeiro nutriente a ser cortado da dieta quando se  pensa em consumir produtos saudáveis. Mas cuidado para não restringir demais esse componente da sua alimentação, afinal, as gorduras são essenciais ao bom funcionamento do organismo.

Além de enriquecer o sabor dos pratos, o nutriente é importante para manter as reservas energéticas, transportar e absorver vitaminas lipossolúveis (a, d, e, k), estimular a secreção de sais biliares e sintetizar hormônios.

“Recomenda-se a ingestão de 15% a 30% de gordura em relação ao total de calorias ingeridas, o que, em uma dieta de 2.000 Kcal, significa: 17 g de gorduras saturadas (8%), 34 g de monoinsaturadas (15%), 13 g de poli-insaturadas (6%) e 2 g de trans (1%)”, orienta Sílvia Gabriela Abreu e Silva, nutricionista da Equilibrium.

O ideal é observar as tabelas nutricionais dos alimentos, optando por aqueles com menores porcentagens de gordura saturada e trans.

De acordo com a pesquisa Brasil Food Trends 2020, encomendada pela Fiesp ao Ibope e realizada entre abril e maio de 2010, 53% dos brasileiros se preocupam em ler os rótulos do que consomem e apenas 39% destes verificam a quantidade de gordura existente no alimento.

Esse hábito é fundamental para conseguir equilibrar os nutrientes e manter uma dieta saudável. Isso porque os diversos tipos de gordura têm o seu papel no organismo, só é preciso saber dosá-los.

Influência na performance
“Níveis de gordura abaixo de 15% do valor calórico total já produzem efeitos prejudiciais à saúde e ao desempenho”, alerta a nutricionista Andrea Andrade, da RG Nutri. Ao detectar alguma deficiência em um nutriente, o organismo passa a desviar o consumo de energia para outro componente. E as gorduras, ao lado dos carboidratos, correspondem a uma das principais fontes de energia usadas pelo corpo.

“Em repouso, o metabolismo consome de 70% a 80% de gordura como fonte de energia. Quando você começa a se movimentar, a porcentagem de gordura diminui e aumenta a quantidade de carboidratos”, explica Paulo Zogaib, fisiologista e médico do esporte do Clube Pinheiros. “Exercícios de intensidade moderada obtêm energia preferencialmente de gordura – entre 50% e 70%. Já em ritmos mais elevados pode-se chegar a um consumo de 90% a 97% de carboidratos.”

Isso não significa que vale mais a pena permanecer em repouso. Praticando atividades de forma intensa, você gastará mais calorias e a porcentagem queimada de gordura corresponderá a uma quantidade maior do nutriente.

Quando há deficiência de gordura no organismo, a corredora acaba perdendo resistência, sentindo uma fadiga mais precoce e consumindo proteína como fonte de energia, o que causa uma diminuição da massa muscular.

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